Saguão de Entrada

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Saguão de Entrada

Mensagem por Elizabeth H. Völker Lewis em Sex Maio 11, 2012 2:40 pm

Relembrando a primeira mensagem :

saguão de entrada


Grandes portas de carvalho voltadas para o oeste levam ao Saguão de Entrada. Uma larga escadaria de mármore fica em frente às portas. Há um armário de vassouras neste saguão. Existem outras duas escadarias no saguão – uma que leva ao Salão Comunal da Lufa-Lufa e à cozinha, enquanto a outra leva às Masmorras. Há também um anexo do saguão onde a professora McGonagall fala aos alunos do primeiro ano antes da Cerimônia de Seleção no início de cada ano letivo.
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Elizabeth H. Völker Lewis
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Re: Saguão de Entrada

Mensagem por Convidado em Qua Maio 30, 2012 11:45 am

Welcome...Home?
Chegada a Hogwarts,post de número #001,Sozinho,Trajando o Uniforme,Ansioso
A
manheceu, peguei a viola, botei na sacola e fui viajar...Nunca imaginei que um dia meu pai não me deixasse de dizer "ano que vem", para me dizer "chegou seu dia, estude muito e honre a linhagem dos Baudelaire". Sim, era um grande desafio para mim, desde quando recebi a carta de Hogwarts há duas semanas atrás, coloquei minha cara nos livros, e comecei a estudar. Pena que eu não pude praticar feitiços, pois, segundo as regras da escola, estudantes menores de 17 anos não podem praticar feitiços fora de Hogwarts.
Então lá estava eu, no Saguão de Entrada a esperar por um chamado, ou melhor, o chamado que decidiria minha vida em Hogwarts. Meus pais já haviam me alertado sobre algumas coisas, como por exemplo as características das casas: Grifinória, corajosos. Sonserina, Destemidos de Sangue-Puro, Corvinal, os sábios e, Lufa-Lufa, os leais justiceiros. Eu, com certeza, preferia ir para a Corvinal ou para a Sonserina, mesmo que eu não possuísse preconceitos contra as outras casas. As roupas de bruxo, serviam muito bem em mim, eu precisava ver meu reflexo em algum lugar, finalmente era o dia que eu tanto esperei desde os 5 anos. Logo a diretora ali chegaria, e nos conduziria ao salão principal, onde ocorreria a cerimônia de seleção. Era então a hora de honrar meu sobrenome.

Notes: By Loony para GL


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Re: Saguão de Entrada

Mensagem por Convidado em Qui Maio 31, 2012 3:05 pm


Chegada a Hogwarts

Eu mal podia esperar para chegar em hogwarts,meus pais falavam tanto de hogwarts que eu já imaginava como seria o lugar.
No trem conhecir varias pessoas legais,havia também os maldosos que com certeza iriam para sonserina,eu não sabia pra onde eu iria mais com certeza “Sonserina não”meu pai era corvino e minha mãe lufana ambas a casas eram ótimas pois unia a Lealdade acima de tudo com a Inteligência.
Enfim já tinha chegado, eu não agüentava mais o trem balançando,eu odiava mas com o decorrer do tempo eu me acostumaria.Meus olhos brilharam diante da beleza que eu vi,um castelo grande e bastante iluminado.
Adentrei para um lugar muito organizado com grandes escadarias,estava perto de uma novata dos olhos azuis e cabelos longos já tinha feito uma amizade com ela, tipo agente tinha muita coisa em comum o que era bom.
Uma mulher nos guiava,era uma mulher com aparência bastante respeitosa,seus trajes eram tradicional com um grande chapéu pontudo na cabeça ela nos intimidava com uma voz rígida,nos mandava ir direto para o salão principal e que uma espécie de chapéu nos selecionaria para nossas casa,com certeza eu seria selecionada para corvinal ou lufa lufa mais temia ser da sonserina pois ouvir falar que o chapéu era uma caixinha se surpresa.
Depois de seis pessoas serem selecionadas escuto uma chamada “Catherinne Annelize Alter Schwarz”palpitei de medo meu coração parecia querer sair da boca.
Vou em direção ao chapéu e fecho os olhos ate ouvir ele falar a palavra “Lufa Lufa”quase dou um grito de alegria no meio de todos,enfim meu destino seria igual ao da minha querida mãe eu sabia que iria fazer a diferença na Lufa Lufa e que defenderia com todas as garras.vou diretamente a procura da comunal saindo dali.


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Re: Saguão de Entrada

Mensagem por Convidado em Sex Jun 01, 2012 5:24 pm


" Come lullaby

I can see your eyes

deep inside

Shining in the dark

You and I



Ouvi o banque da mala batendo no chão de madeira lá de baixo, quando Ryan chutou meu malão de Hogwarts pela escada. Como ele era cuidadoso... Enfim, não importava. Arrumei meu suéter quentinho, verificando se a varinha estava na manga, caso precisasse dela, e vendo se não havia me esquecido de nada. Parecia que não. Se tivesse esquecido, pediria a um dos meninos que levassem para mim. Eles faziam viagens constantes a Hogwarts para entregar coisas aos alunos, na maioria das vezes, contrabando de doces. Até eu já havia me aventurado com eles de vassoura por lá, mas Darren não me deixara adentrar no castelo, pensando em minha segurança. Mentiroso! Tudo o que queria é que eu não entrasse, ou ia querer ficar, já que não gostava muito de patrulhar a Sibéria. Mas precisava fazê-lo.
Era uma das coisas em que estava muito preocupada por ir para a escola. Quem iria proteger meus primos agora que eu tinha de estudar? A namorada de Alexander podia fazer isso por um tempo, mas nem tanto. Não tanto como eu. Minha vontade era de largar tudo ali, e permanecer naquele frio congelante, mas com a minha família. Minha única família. Como eu ia sentir a falta deles.
Enfim, peguei a coleira de Schur e o levei escada abaixo, para onde Ryan já me esperava com o malão preso na vassoura, e tudo o mais. Ajeitei o filhote de husky de forma que ele não caísse do meu colo, e me preparei para voar, já em cima da vassoura. Era comum que voássemos na Sibéria, apesar do frio intenso. Na primeira vez que fiz, quase morri de frio, mas com o tempo, tudo se acostumava, e voar era até agradável. Sortudo mesmo era o Schur, que já nascia acostumado á aquela neve.
"Já vamos partir, certo? Por Zeus, Melinoe, eu não acredito que você já tem essa idade. Me sinto um velho!" disse Darren, que tinha apenas 15 anos, e era abandonado pela família, como eu. Sorri, e ajeitei os meus cabelos loiros em cachinhos, para que ele pudesse ver que também estava feliz em crescer. Todos iríamos para Hogwarts, menos Alexander, que era o mais velho, e tinha acabado de completar o 7° ano em Hogwarts. Todos eles eram da Corvinal, e eu sabia que iria para lá, de um jeito ou de outro, também. Estava no sangue. E o sangue gelou quando demos a partida oficial, e cinco vassouras saíram do chão. A de Alexander na frente, com a lanterna, para nos guiar pela névoa. Depois, a de Darren, Christopher, a minha, e a de Ryan. O vento atingiu meu rosto assim que saí do chão, mas nada importava, eu estava mesmo indo para Hogwarts, e não ia perder este momento único por nada.
Demora horas para chegar a Hogwarts de vassoura. Eu gostaria de ir de trem, como as outras crianças, mas Ryan me explicou que não poderíamos ir até a Inglaterra só para pegar o trem. Ficaria muito caro, já que a estadia era obrigatória. E outra, eu não podia ir a Londres por causa "da coisa...". Talvez nem ao menos pudesse por os pés na Inglaterra inteira. Sorte mesmo era que Hogwarts ficava na Escócia. Ryan também disse que haviam falado com a diretora, por isso não tinha problema. Bem, eu esperava que não. Nós saímos cedo demais de casa. Mais ou menos de madrugada, eu presumia. Estava escuro.
Não dava para ver nada no trajeto, e acho que caí no sono, porque, quando percebi, estava na vassoura de Darren, agarrada a ele. Por um momento de desespero, pensei que Schur tivesse caído. Mas então, virei-me para o lado e vi Ryan afagando meu husky. Respirei fundo, a tempo de ouvir Alexander gritando lá da frente. "Nyx! Estamos chegando!" ele berrou, e procurei não olhar para baixo, pelo medo da visão me impressionar demais. Mas lá estava. Era Hogwarts, com toda a certeza, uma Hogwarts que eu só havia visto de Hogsmeade, bem de longe. Abracei Darren bem forte, e gritei o mais alto que pude. Já estava escuro quando chegamos. Tudo bem que fiquei acordada a maior parte do caminho, já que Alexander havia marombado as vassouras, o que tornou-as automáticas. O que fiz o dia inteiro fora mordiscar a comida, doces, em geral, que havia levado em uma bolsinha, e abraçado Schur. Adormeci bem perto do fim da tarde. E a sorte é que havia acordado para ver a maravilha do castelo, antes que chegássemos de vez.
Como sempre fazia, os meninos deram uma guinada na vassoura, e começaram a brincar, enquanto o trem não chegava na estação. Havíamos chegado cedo? Acho que não. Pulei para a minha vassoura e descarregamos as coisas na plataforma, o que haviam nos instruído a fazer. Deixei Schur um pouco no chão, para que pudesse exercitar as patinhas, e prendi sua coleira no malão. Ele ficou feliz em poder andar, e pulava de um lado para o outro, no espaço em que a coleira deixava-o movimentar-se. Logo que subi na vassoura novamente, Darren, Christopher, Ryan e eu começamos uma terrível guerra de folhas de pinheiro. Meu cabelo se encheu de verde, o que me irritou, mas, rindo, atirei toda a minha raiva contra Ryan, que se espatifou no chão, coberto de folhas. Ele não havia se machucado, eu sabia bem, porque vira a sua varinha lançar um feitiço para amparar a queda.
Eu estava me divertindo mesmo, bastante, quando ouvi um barulho familiar. Era o barulho dos trilhos se mexendo, o trem estava chegando! Os garotos também desceram com as vassouras, e, assim como eu, estavam ansiosos. Acho que por mim, mais que qualquer coisa. Eles iam de carruagem, e eu iria de barco. Pela minha parte, estava tudo bem, afinal, eu patrulhava as fronteiras da nossa cidade sozinha há tempos. O trem estava chegando... Bem perto agora... É isso aí, ele já estava bem na minha frente. Senti olhares sobre mim quando ele parou na plataforma, das crianças curiosas para saber o motivo de eu estar ali primeiro. Mas não me importei. A maioria dos calouros olhava, enquanto os outros só ignoravam, porque já conheciam meus primos, e onde nós morávamos.
Enfim, me despedi de todos eles, e desejei boa sorte a Alexander, que voltaria sozinho, e de noite, para casa, com aquele monte de vassouras. Sorri ao abraçá-lo. Ele era adolescente quando se responsabilizou pela família inteira, e eu o respeitava muito. Mas a função de cuidar deles era minha. Sentiria muita falta de fazer isso. Dei um forte abraço nele, bem longo, e beijei suas bochechas. Todos eles eram mais que primos, eram irmãos.
A viagem de barco foi um tanto enigmática. As pessoas me olhavam esquisito. Como se eu fosse um pé grande vindo da Sibéria. Não ousei falar nem por um segundo, porque, vai que percebiam meu sotaque diferente. Tinha aprendido inglês com meus pais desde a infância, mas não sabia se ainda era craque nisso. Havia tempos que não treinava. Meus olhos corriam de canto a canto, até chegarmos no castelo. Era um lugar enorme, todo cheio de janelas iluminadas. Parecia com os castelos que a Sibéria possuía em suas redondezas. Na verdade, parecia muito com a casa onde eu morava, a qual apelidamos de Light House, a casa de luz, porque parecia a única do vilarejo que possuía lâmpadas suficientes. Era muito parecida com uma mansão, só que mais misteriosa e esquisita, habitada apenas por adolescentes.
Lá dentro era divino. O chão de pedra contrastava com o lugar. Uma professora nos levou por escadarias muito bonitas e grandes, e eu podia ouvir o murmuro de metade dos calouros cochichando sobre o lugar. Era mesmo magnífico. Mas, por fim, a professora nos levou para uma porta de madeira grande, e eu sabia que era o Salão Principal. Tinha certeza, porque era exatamente como Darren havia descrevido. Ela avisou que seríamos selecionados logo, e abriu as portas. Suspirei de aprovação. O Salão era belo feito... Não sei dizer. Era tão belo quanto o próprio céu que podíamos ver por ele mesmo. Rapidamente localizei a mesa da Corvinal, onde cachecóis azuis brilhavam aos meus olhos. Darren, Ryan e Christopher estavam sentados perto da frente, e bateram palmas, acenaram e gritaram quando as portas foram abertas. Eu e os outros novatos entramos sorrindo. As outras mesas também aplaudiam com o mesmo entusiasmo. Era prazeroso andar por aquele enorme salão, como se todos nós desfilássemos. A professora nos acompanhou, e paramos na frente. Ela segurava um papel, e o banquinho com um chapéu velho e sujo estava diante de todos.
A medida que os alunos iam sido chamados e selecionados, meu coração disparava. Eu não queria ser a última, ia acabar recebendo a atenção que não gostaria de ter. Fechei os olhos e respirei fundo. Pensei em Schur. Ele devia estar no dormitório dos meus primos, porque eu pedi para que o levassem consigo, para o filhote não ter de ficar comigo enquanto era selecionada. Pronto, já podia dizer que estava calma. Schur me acalmava. Abri os olhos no instante em que chamaram meu nome. Melinoe Nyx Shopenravner.
Subi calmamente, e me sentei no banquinho. A professora colocou cuidadosamente o chapéu sobre minha cabeça, e eu senti um calafrio, como se o objeto fosse vivo. E claro que era. Christopher havia me contado tudo sobre aquela coisa, e eu também tinha visto outros alunos serem selecionados. O chapéu começou a sussurrar, e eu prendi a respiração. Sabia como era, e sabia que ele iria me colocar na casa certa. "Deusa dos fantasmas e deusa da noite? Você tem sorte, e inteligência demais, garota. É óbvio, onde ficará aqui, não acha?" ele disse, e me senti na obrigação de responder um sim mental, já sorrindo. "Corvinal!" gritou o chapéu, e eu corri a me juntar aos meus primos. Estava radiante! Tinha conseguido a casa pela qual tanto sonhara. Era bom que estivesse ali, ou todos eles me expulsariam de casa, eu acho. Mas não importava, a Corvinal era minha e eu era da Corvinal. Abracei Ryan, pulando em seu pescoço, logo depois me agarrando a um abraço quádruplo com os três. Só faltava Alexander. Eu sentiria bastante a falta dele.
template by: MM's GIRL on Tdn!

Falling in the stars

Burn desire, we will fly the night"

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Re: Saguão de Entrada

Mensagem por Convidado em Dom Jun 03, 2012 10:42 pm

Hogwarts
SO FAR AWAY

Chegada em Hogwarts


Já dentro do Expresso de Hogwarts e comendo meus doces, começo a olhar pela janela, a linda paisagem do lugar distante em que estou. Isso é bem longe de casa, o clima é muito diferente, as folhagens e todo o resto, mas é bonito do mesmo jeito. Chegando em Hogwarts uma mulher nos orienta até o Saguão de Entrada, onde o Chapéu Seletor nos selecionará para uma das quatro casas de Hogwarts, Sonserina, Grifinória, Lufa-Lufa ou Corvinal. Eu sempre desejei ir para a Grifinória, por que minha família toda foi dessa mesma casa, então quero continuar a tradição Grifina. Depois de uns 12 alunos, ouço a mulher falar: - Senhor Gui Williams Stryder!!! - Vou andando lentamente, e subo uma escadinha até sentar no pequeno banquinho. A mulher coloca o Chapéu em minha cabeça, no que o mesmo começa a murmurar: - Hmmm... cabeça difícil, muito embaralhada, muito bagunçada. Talvez, Lufa-Lufa, ou talvez Corvinal... Não, melhor... GRIFINÓRIA!!! - Quando ouço o nome Grifinória, suspiro aliviado, a tradição de minha família irá continuar. Enquanto ando até a grande mesa Grifina, vejo meus novos colegas comemorarem minha entrada na casa. Minha vizinha, Bess, eu já imaginava que iria para a Sonserina, aquela problemática, rsrs. Após todos os Alunos serem selecionados a Diretora, faz um longo discurso, e menciona sobre um Baile de máscaras que dará as boas vindas ao novo ano Letivo. Em seguida o banquete começa, começo a comer mas não muito, pois comi muito doce no trem, hehe'. Quando o banquete termina uma garota, a monitora chefe da Grifinória nos guia até o Salão comunal onde nos dará as Regras, Saindo dali, uma garota da Lufa-Lufa, chamada Catherinne me convida ao baile, logo aceito, pois ter um par é sempre bom. Em seguida vou até o Salão comunal, junto com os outros alunos, saindo dali.


Vestindo: O que está no PP.

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Re: Saguão de Entrada

Mensagem por Convidado em Ter Jun 05, 2012 12:08 am


"Finalmente chegou a minha hora" Foi meu primeiro pensamento depois de ter me despedido do meu amado pai, não foi lá aquela despedida que se vê em filmes, foi apenas um abraço e um "Eu te amo, papai" "Também te amo, Annabeth" e logo desembarquei para tentar achar a plataforma 9 3/4. Todos sabem que no primeiro ano é um sufoco, para aqueles que são mestiços e não aprenderam muito sobre como chegar lá ou qualquer outra coisa sobre magia, que com certeza era o meu caso, mas por sorte eu consegui encontrar um velho amigo. Percy e eu eramos amigos desde muito tempo, digamos que o pouco que eu sei sobre magia eu devo exclusivamente a ele, pois era o único bruxo que eu conhecerá em toda minha vida. Ele era mestiço também, mas estava no terceiro ano e sua mãe também era bruxa, mas a diferença é que ela estava viva, só que isso não vem ao caso, afinal, ele é quem deve narrar a própria história. Enquanto esperávamos ele confessou que a mãe dele era próxima a minha e antes dela falecer ela lhe pediu para que me vigiasse e me ajudasse no que fora preciso, por isso ele sempre esteve comigo, por mais que eu lhe xingará e pedisse que ele nunca mais falasse comigo, ele nunca havia se afastado. Claro que isso foi um tremendo choque para mim, que certamente não esperava, mas quando fui perguntar mais coisas o trem chegou e ele disse "Tudo ao seu tempo" e me guiou para dentro do trem. Durante a viagem consegui agir com a maior naturalidade, conhecendo as famosas guloseimas que vende la dentro e entre outras coisas. Quando cheguei em hogwarts e fui guiada para cerimônia de abertura, onde eu seria redirecionada a uma das quatro casas de hogwarts. Sentei na cadeira de seleção esperando ser selecionada para ir pra mesma casa que a de minha mãe, só que o mais engraçado foi quando o chapéu foi posto em minha cabeça ele fez uma observação "Uma Clearwater... que raridade" e logo depois ele foi falando outras coisas, entre elas minhas qualidades e os meus defeitos, e me enviou para a casa de Grifinória, mas ele não havia dito se essa era ou não a mesma casa de minha mãe, mas alguma coisa dentro de mim fez me crer que era, e mais tarde isso foi confirmado pelo meu leal amigo. Logo depois da seleção teve um banquete digno de reis, mas eu fiz uma observação, as pessoas da casa Sonserina eram meio que mal encaradas, olhavam para nós das outras casas como se fossemos insetos que mereciam ser esmagados, não posso deixar de falar que aquilo me incomodou profundamente, mas me fez olhar com um certo tom de desafio. Estava mergulhada em meus pensamentos quando nosso querido diretor anunciou que deveríamos nos dirigir ao salão comunal das casas que nós pertencemos. Percy como um bom amigo me ajudou a chegar lá até termos que nos dividir. Quando deitei em minha cama senti uma coisa diferente, senti como se minha mãe estivesse ali, junto comigo e um pouco antes de adormecer. pela primeira vez na minha vida, senti que finalmente tinha achado o meu lugar, naquele mundo estranho no qual tão pouco ouvi falar.

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Re: Saguão de Entrada

Mensagem por Convidado em Qua Jun 06, 2012 8:57 pm

Chegando a Hogwarts

"Acho que ficar nervosa é absolutamente normal quando se trata de entrar em um lugar com centenas de pessoas desconhecidas encarando você. Eu tremia um pouco, mas me esforçava para manter o passo firme e a cabeça erguida, como me ensinou Grand'mère Amelie. Eu olhava em volta e via quase todos os rostos olhando para nós, alunos do 1º ano. Alguns desinteressados, outros curiosos, outros impacientes. Os outros novatos como eu, em sua maioria, eram dominados pelo nervosismo e tropeçavam nas próprias capas tentando manter a formação. Poucos, como eu, andavam firmemente, olhando interessados envolta e possivelmente desejando estar em determinada casa. Alguns eram terrivelmente arrogantes, como se o que valesse era seu umbigo, e o resto apenas seres inferiores. Que nojo. Não deixei-me abalar com isso, não era da minha conta. Depois de pouco tempo, todos paramos em frente a um banquinho com um chapéu antigo e remendado. Fiquei admirada com a imponência desse (não tão) simples objeto. Ele então se pôs a cantar uma canção sobre as casas de Hogwarts. A música acabou e aplaudi junto com todos os outros alunos veteranos. Uma professora com ar severo, cujo nome eu não havia prestado a devida atenção, desenrolou um pergaminho e sem demora começou a chamar os nomes. Alguns quase caíram no caminho. A maioria tremia dos pés a cabeça. Eu continuei tremendo um pouco por algum tempo, mas uma força renovada me atingiu. A energia percorreu o meu corpo, e mantive minha cabeça firme. Eu mudava meus cabelos de cor numa velocidade alucinante, e pela primeira vez em muito tempo não fiquei com dor de cabeça. Ouvi ofegos às minhas costas, mas ignorei, ainda mudando os cabelos de cor. Meu nome foi chamado e, caminhando a passos firmes e decididos, segui em direção ao banquinho de três pernas, fixando meus cabelos em um laranja fosco. Já sentada, senti o chapéu ser colocado em minha cabeça e fechei meus olhos, concentrada nas palavras daquele sábio chapéu desfiado. "Outra da família Morgan?" ele perguntou, parecendo deliciado. "Fiquei um bom tempo sem ver um, e em uma noite, me vem duas!" "Duas?" Perguntei, divertida. "Ah, sim, você pode conhecê-la depois! Mas vamos à seleção, alguns alunos podem ser muito impacientes." Eu ri mentalmente, acompanhando ele. "Bem, você tem todas as casas dentro de si! Tem a inteligência e beleza da Corvinal, astúcia e pureza do sangue da Sonserina, lealdade, sinceridade e justiça da Lufa-Lufa e, o que me chama mais a atenção, a ousadia, coragem, nobreza, sangue frio e grande habilidade em magia!" Meu cabelo foi mudando para as cores de cada casa, enquanto ele falava. "O que você acha?" Ele me perguntou, me surpreendendo. "Hm.... Não sei, ué! Mas eu gosto da Grifinória..." Ele pareceu sorrir, feliz com minha escolha. "Uma Morgan, definitivamente. Que assim seja, então. Grifinória!" Um sorriso tingiu meu rosto quando desci do banco, tirei o chapéu da cabeça e caminhei confiante para a mesa da minha casa, onde fui recebida com gritos animados e vários cumprimentos. Sorri mais. 'Definitivamente, uma Morgan... É, aqui é realmente o meu lugar.' "

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Re: Saguão de Entrada

Mensagem por Convidado em Sab Jun 09, 2012 7:09 am

Chegada a Hogwarts ...


Depois da morte de meu pai, aos meus 14 anos eu e minha mãe decidimos nos mudar para a Itália na casa de minha avó. Ao chegarmos lá fomos bem recebidas, minha avó ao contrário de mim e da minha mãe, tinha uma situação financeira ótima, seria difícil eu me acostumar com tudo issol. Fomos recebidas com um belo jantar, haviam vários empregados naquela casa, havia uns trocentos quartos, banheiros, sala, eu não sabia para onde ir, aquela casa era muito³ grande para mim. Antes de ir me servir com o jantar que minha avó havia mandado preparar, fui subindo as escadas com minha mochila até que achei um quarto, ao entrar me deparei com um retrato meu, ergui uma de minhas sobrancelhas e ri baixo, joguei minha mochila na cama e me sentei na mesma, até que algo na parede me chamou atenção. Me levantei e fui andando até a mesma, passei a mão pela parede e percebi que havia uma parte que era oca, tranquei a porta do meu quarto e peguei a primeira coisa que vi na minha frente, bati com a mesma na parede e fiz um buraco. Dentro desse buraco achei um livro, o retirei dali e o joguei por cima da cama, peguei meu retrato e o coloquei por cima do buraco. - Acho que ninguém suspeita - Sussurrei e abri um leve sorriso. Fui rapidamente em direção ao livro e o abri, vi algumas fotos de minha mãe e de minha avó quando mais novas, mas elas não estavam em casa, ou algum lugar que eu conhece, pareia o tal lugar que minha mãe definia em histórias na hora que eu ia dormir. Segurei o livro e me levantei, abri a porta e desci as escadas o mais rápido que eu podia, quase cai, mas continuei correndo até que encontrei minha mãe. - Mãããe - Gritei e vi ela se virar para mim com o mesmo sorriso de sempre, mas o mesmo logo se desfez ao ver o livro que estava em minhas mãos. - Lunna Masen Denovan, você acabou de estragar sua surpresa e quebrou a parede de sua avó. - Ao escutar ela dizer isso, soltei uma leve gargalhada e cocei levemente a cabeça. - Estraguei é? - Ela concordou com a cabeça e riu, logo segurou a outra mão que estava livre e me levou até um das salas, pediu para que eu me sentasse e gritou minha avó, enquanto a aguardávamos ela se sentou ao meu lado. - Sim - Disse minha avó assim que chegou na sala, a mesma se sentou em uma poltrona que havia a nossa frente. - Então que dizer que você também estragou essa surpresa Lenna? - Eu ri baixo e concordei com a cabeça, eu sempre descobria tudo, nem sei porque elas ainda sismavam em fazer surpresas. Minha avó e minha mãe riram juntas, até que uma fez um sinal para outra e minha mãe começou a me explicar. - Bom minha filha, é que amanhã de manhã você estará embarcando para Hogwarts.... - Assim que ela acabou de dizer eu arregalei os olhos e a fitei. - Isso é sério? - A olhei ainda permanecendo surpresa. - Porque mentiria? - Abri um leve sorriso e me segurei para não começar a pular, mas logo me lembrei que eu teria de ficar longe de minha mãe, o sorriso que estava em meu rosto se desfez um pouco. - Oque houve? - Ao fitar seus olhos, minha mãe já entendeu oque estava se passando. Ela me puxou para um abraço e eu o retribui. - Sempre estarei com você meu amor. - Disse ela sorrindo para mim. Eu abri um leve sorriso e suspirei e concordei com ela com a cabeça e escutei minha avó dizer. - Só lhe aviso uma coisa minha neta, cuidado com suas amizades. - Eu concordei com a cabeça para ela e abri um leve sorriso. - Isso sempre - Disse me levantando do sofá com elas e indo em direção a sala de jantar, me sentei a mesa e ficamos conversando sobre Hogwarts durante o jantar todo, minha avó como mais velha me disse tudo sobre lá, minha mãe disse também que eu só poderia levar alguns objetos que são raros para mim, pois terei de comprar tudo lá, roupas, entre outros artefatos mágicos. Confesso que aquilo já estava me deixando um tanto confusa, mas eu também estava animada. Quando acabei de comer, dei um beijo na testa de minha mãe e minha avó e subi para descansar um pouco, pois pelo que elas haviam me contado a viagem iria ser longa. Assim que deitei na minha cama peguei no sono. (...)
De manhã minha mãe que me acordara. - Lunna, quer se atrasar para o primeiro dia de aula? - Disse ela sorrindo. Eu havia esquecido disso totalmente, dei um pulo na cama e corri para o banheiro, comecei a tomar banho ... . Assim que sai do banheiro coloquei umas roupas novas que me avó havia comprado para mim e um casaco, coloquei algumas outras peças de roupa dentro de minha mochila que era um tanto grande, peguei as coisas que me seriam útil e desci. Ao descer as escadas me deparei com minha mãe e minha avó logo atras, minha mãe me entregou um colar num formato de um coração, abrindo o mesmo, havia uma foto mágica dela que se eu dissesse umas palavras que ela me explicou eu poderia falar com ela. Abri um leve sorriso e abracei. - Assim sempre manteremos contato. - Disse ela com um sorriso bem aberto, mas vi uma lágrima escorrer pelo seu rosto, acabei deixando uma correr também. Limpei a minha e a dela e nós duas sorrimos juntas. - Então vamos? - Disse minha avó. Eu sorri e concordei com a cabeça para ela, então nós 3 saímos da casa e seguimos o mais rápido que pudíamos até a estação de trem. (...)
Ao chegarmos na mesma elas me guiaram até a estação onde havia todos os bruxos, passamos por uma parede, de começo pensei que fosse loucura , mas logo vi que aquilo era realmente real. O trem deu o primeiro apito, dando um sinal para nós começarmos a nos despedir, eu abracei as duas e elas me apertaram um pouco. - Minha filha aqui está você, quem diria em Lunna. Agora vá com Deus, e nunca se esqueça quem você é e de onde veio - Eu assenti para minha mãe e deixei com que minha avó e ela me dessem benção, era uma tradição nossa. Logo escutei o segundo apito, que dava sinal para começarmos a entrar no trem, dei um beijo demorado na bochecha de cada uma e entrei juntamente com os outros no trem. Corri e conseguir pegar o lugar na janela, abri a mesma e comecei a acenar para elas e mexi os lábios 'dizendo' eu amo vocês, e então escutei o terceiro apito, avisando para fecharmos a janela e que era hora de irmos. Assim eu fiz, fechei a janela , mas continuei acenando para elas, elas faziam o mesmo e sorriam para mim. O trem começou a ir velozmente e logo não conseguia mais vê-las, me virei para frente e me deparei com um rapaz, e ao meu lado havia sentada uma garota que ao se deparar comigo sorriu. - Estão nervosos? - Disse a ela num tom gentil para mim, eu concordei com a cabeça e ri baixo o garoto fez o mesmo. - Vamos ficar juntos então? Ai quem sabe não ficamos calmos, e ah .. me chamo Samantha e vocês? - Disse ela. Eu realmente estava gostando daquilo, me acalmava, sorri novamente para eles . - Me chamo Lunna - Ela sorriu e assentiu, logo fitamos o rapaz, ele riu baixo. - Me chamo Brendon - Nós começamos a conversar sem parar durante praticamente toda a viagem. Até que um senhor bateu no vidro que fechava nossa cabine e entregou para cada um de nós um uniforme, ao ver o emblema que havia neles, percebi que esse era o uniforme da escola. Fui a primeira a me levantar e colocar o mesmo, mas ao me olhar no espelho arregalei um pouco os olhos, não ó que lindo, mas dava para o gasto. (...)
Depois de um tempo percebi que o trem começou a parar, no mesmo momento eu fitei Samantha e Brendon e eles fizeram o mesmo, nos suspiramos juntos e rimos disso, logo escutamos alguém dizer que era para começar a descermos devagar. Como sempre lá estava eu na frente deles e ri disso, ao sair do trem me deparei com um homem muito alto, nossa, ri comigo mesma, mas não ri em deboche para com ele e sim por surpresa. Ele nos guiou até um local onde haviam muitos barcos iluminados e pediu para que entrassem no mesmo. Obedecemos , nós fomos para a parte da frente do barco, perto do senhor que remava o mesmo, ficamos observando tudo ao nosso redor. Até que surgiu um castelo em meio a névoa, deu para escutar todos dizendo , óóóh, ri baixo disso e voltei a olhar para o castelo admirada. Depois de algum tempo finalmente saímos dos barcos e formamos grupos, começamos a entrar no castelo, minha primeira reação foi abri a boca, eu estava muito admirada, era tudo muito lindo e muito grande, me fez lembrar a casa de minha avó, rii baixo comigo mesma e voltei a olhar a minha volta. Mas logo um senhor foi nos guiando para um lugar onde haviam várias mesas gigantescas e bancos únicos, e lá na frente tinha em uma banco o famoso chapéu seletor, e atras dele estava em uma cadeira no centro o diretor e ao seu lado mais pessoas. (...)
Depois uma mulher foi chamando nome por nome, para que se aproximasse do chapéu seletor e enfim escolher sua casa. - Lunna Masen Denovan - Escutei ela dizer. Naquele momento eu fiquei muito nervosa, mas suspirei e tentei parecer que estava calma. Me sentei no banco a frente de todos e mulher colocou o Chapéu em minha cabeça. - Hum... oque temos aqui... uma garota justa, de amigos leais... Hum..., está um pouco confusa também... Corvinal? Não, melhor Lufa-Lufa - Escutei ele dizer. Todos da minha família haviam pertencido a Lufa-Lufa e agora eu também, não podia estar mais feliz. Alarguei o máximo que pude meu sorriso e fui em direção a mesa da Lufa - Lufa juntos com os outros. (...)
Depois que todos já haviam passado pelo Chapéu Seletor, foi servido um banquete magnífico, havia de tudo um pouco, devido a viagem ter sido longa, me servi até que depois de algum tempo fiquei farta. Quando todos já haviam acabado de comer, cada ''monitor'' guiou os alunos de suas respectivas casas, fui seguindo com o mesmo ao lado de Sam e Brendon, o monitor pediu para que eu e Sam fossemos para o dormitório feminino e que Brendon seguisse com ele para o masculino, nos despedimos e seguimos cada um para seu dormitório da Lufa - Lufa.




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Re: Saguão de Entrada

Mensagem por Convidado em Seg Jun 11, 2012 3:43 pm

E quando o mundo tentou me botar pra baixo, eu sorri ...
... e mostrei que minha fé era mais forte que todos eles juntos.

Minha mãe sabia que eu tinha a sede de vingança pelo oque havia acontecido a meu pai e sabia que eu tentaria defende-la de qualquer forma possível, então decidiu me colocar na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, para que eu aprendesse mais sobre o mundo bruxo, sobre oque e quem enfrentaria, sobre tudo. Eu estava digamos que na faze da rebeldia, não queria ir, estava achando que daria conta sozinha, mas depois de pensar muito, decidir ir, pois não era só minha vida que estava em jogo e sim a da minha mãe também, a minha família era ela.
Ela me explicou tudo, como lhe dar com alguns tipos de pessoas de lá, me explicou de tudo um pouco, afinal ela já havia estudado no famoso castelo de Hogwarts, então ela já tinha experiência. Me ajudou a arrumar as coisas necessárias para que eu levasse para o castelo em duas malas, me avisou que lá eu compraria mais coisas em um tal beco diagonal e por fim me mandou descansar, pois amanhã seria um dia muito longo, fora a viagem que seria muito grande. (...)
Ainda deveria ser umas 5 ou 6 horas da manhã quando minha mãe veio me acordar. - AAAH, deixe-me dormir mãe - Disse a ela colocando por cima da cabeça um travesseiro. Ela o retirou e riu alto, logo começou a me fazer cócegas e se sentou na cama ao meu lado. - Estou vendo que irá chegar atrasada para seu primeiro dia de aula em Hogwarts - Disse ela. No mesmo momento eu dei um pulo da cama, eu havia esquecido completamente aquilo, entrei rapidamente no banheiro e comecei a tomar meu banho, enquanto me banhava fiquei pensando que teria que me afastar de minha mãe, eu sei que ela estaria a salva, pelo menos por enquanto, mas eu não estaria com ela, mas também eu tinha que ir, pois lá iria aprender melhor sobre tudo sobre o mundo mágico, ai sim poderia ajuda-la realmente. Assim que acabei de tomar banho, voltei para o quarto e peguei uma calça preta, meia rasgada , era detalhe dela, e uma blusa de manga longa, pelo pouco frio que fazia lá fora. Peguei também meu All Star laranja de cano um pouco alto e o coloquei, peguei minha maquiagem e passei em meus olhos, rosto, ..., por fim penteei o cabelo e coloquei meu perfume, baguncei um pouco meu cabelo e fui em direção as malas, peguei as mesmas e desci com elas, minha mãe me aguardava na sala com o Senhor que parecia chefe, daquele vilarejo. Ao colocar minhas malas no sofá, me aproximei e o cumprimentei, minha mãe se levantou e me deu um beijo em uma das bochechas, sorriu para mim. - Minha pequena está crescendo em... - Disse ela ainda permanecendo com um sorriso e colocou suas mãos em meu rosto. - Quero que nunca se esqueça da sua origem, e de quem você realmente é, não deixe ninguém lhe colocar para baixo. Ah, tenho um presente para você sempre falar comigo quando quiser. - Disse ela e foi em direção ao seu quarto. Eu permaneci sorrindo e confesso que meus olhos estavam com algumas lágrimas, mas aquilo tudo valeria a pena, logo vi ela voltar. - Aqui está minha filha. Este espelho fará com que você me veja sempre que quiser e até dar para falar comigo, pois eu tenho um outro aqui, ai podemos nos comunicar. - Eu sorri ao ver o espelho e escutar suas palavras, aquilo não seria mais fácil, pois não teria ela em pessoa ao meu lado, mas ajudaria bastante. Ao olhar no relógio, minha mãe sorriu e enxugou suas lágrimas, pegou uma de minhas malas e deixou que eu pegasse a outra, fomos andando até a Estação de trem. (...)
Ao chegar na mesma ela me guiou até uma pilastra e riu olhando para mim, eu ergui uma de minhas sobrancelhas, definitivamente não estava entendendo mais nada, ri baixo . - Está querendo que eu bata nesta pilastra? é sério isso? - Disse rindo. Ela concordou com a cabeça e segurou em uma de minhas mãos, e me puxou para a mesma, logo passamos e chegamos a uma certa continuação a estação de trem e lá estava estava o trem que pelo que pude perceber levaria todos nós para Hogwarts. Ao perceber que os outros bruxos começaram a entrar no trem, suspirei e confesso que comecei a ficar um pouco nervosa, minha mãe me abraçou. - Vou lhe dizer mais uma vez, cuidado com as influências e nunca deixe ninguém a colocar para baixo. - Concordei com a cabeça para ela e a dei um beijo na testa. Minha mãe sabia que eu não deixaria ninguém pisar em mim ou algo do tipo, apesar da idade eu já era muito esperta e madura e um pouco revoltada segundo ela. - Eu te amo - Disse a ela e abri um leve sorriso. Ela disse o mesmo para mim e me levou até a entrada do trem, deu minhas malas para um senhor que as guardariam junto com as outras e me deu um beijo na testa. - Vaya con Dios. - Escutei ela dizer e sorri. - Quédate con él. - Disse a ela e finalmente entrei no trem. Ela tinha essa mania de dizer algumas vezes as coisas espanhol, pois ela nasceu e foi criada no México em um vilarejo bruxo, foi lá que conheceu meu pai, eles me tiveram lá e foi lá onde aconteceu a tal desgraça, que não gosto de recordar, ai nos mudamos para o vilarejo e agora aqui estou eu, indo para Hogwarts.
Continuei andando até que cheguei no fundo do trem, achei um banco vago e me sentei no mesmo, fiquei ali acenando para ela até que o trem começou a andar, peguei meu celular e conectei meu fone , e o coloquei em meu ouvido . Logo vi um rapaz se sentar ao meu lado, permaneci olhando para o meu celular. - Oi? - Suspirei baixo ao perceber que ele falava comigo, logo revirei meus olhos, pois eu estava escutando minhas músicas favoritar. - Oque é? - Disse a ele e tirei um dos fones do meu ouvido. Mas ao ver a expressão que havia se formado no rosto dele, percebi que fui muito arrogante, suspirei e mordi meu lábio inferior, mania minha. - Me desculpa... Ignore isso. - Disse colocando uma mecha de cabelo atras da orelha. - Olá, me chamo Juliet, e você? - Disse tentando recomeçar o assunto. Logo vi um sorriso se formar no canto dos lábios dele, ri baixo e continuei a olha-lo. - Não foi nada. Me chamo Bernardo, ..., está nervosa? Não comigo... - Ele pausou e riu baixo - Mas com a viagem. - Complementou ele. Eu ri baixo ao escutar ele dizer sobre eu estar nervosa com ele e retirei o outro fone do ouvido, sabia que não conseguiria escutar mais música e me virei um pouco mais para ele. - Um pouco, é um lugar né - Disse a ele. Ficamos conversando ali durante um bom tempo. (...)
Até que escutei um apito, era do trem avisando que estávamos chegando ao castelo, para nos prepararmos. Sorri meia nervosa e guardei meu celular em um bolso da blusa. Logo o trem parou e todos começaram a sair devagar, fui saindo também ao lado de Bernardo. Ao sair me deparei com um homem que tinha aproximadamente uns 2 ou mais metro de altura, arregalei um pouco os olhos e sorri meia maravilhada com aquilo, provavelmente ele não deveria ser o único estranho dali, mas não era um estranho ruim, era um estranho legal. Ele e outros senhores nos guiaram até um lugar onde havia muitos barcos, eu entrei em um e Bernardo veio logo atras, abri um leve sorriso e balancei a cabeça, me sentei na frente e verifiquei se o espelho que havia ganho de minha mãe ainda estava comigo, suspirei mais aliviada e voltei a olhar a minha volta. Só conseguia ver névoa, mais névoa e alguns dos outros barcos. Mas depois de algum tempo ali, finalmente vi surgir em meio a tanta névoa e a escuridão da noite um castelo, dava para perceber que todos haviam o fuzilado com olhar até eu. Ri baixo com isso e logo os barcos foram chegando a margem, cada aluno foi saindo de cada barco e formando umas espécies de filhas com grupos e fomos entrando no castelo. Ao abrirem a grande porta nos deparamos provavelmente com o saguão de entrada, era enorme, todo decorado, bastante luz, mas não consegui ver o teto direito de tal alto que era, parecia que as nuvens eram o teto. Ri baixo e continuei a andar com os outros até que entramos em uma outra sala, era maior ainda, havia mesas gigantescas com fileiras e mais fileiras de bancos rentes a elas. A frente tinha alguns senhores e senhoras e no meio deles um senhor com uma barba gigantesca que se apresentou como o diretor. A frente deles, havia em um banco um chapéu, logo sorri e me lembrei do que minha mãe havia dito. Ele era o famoso chapéu seletor, por isso que uma senhora começou a chamar pelos nomes dos futuros alunos, um a um, para ser decidido sua futura casa. - Juliet Lefevre Clermónt - Disse ela. Bernardo meu cutucou e logo me toquei que era eu, ri baixo de mim mesma e me aproximei dela, a cumprimentei e me sentei no banco, ela logo colocou o chapéu em minha cabeça. - Hum... oque temos aqui... uma garota meia rebelde, mas de puro coração... Esperta e habilidosa... , mas está também com alguns pensamentos embaralhados. Hum... será Corvinal? ... Não, melhor, Grifinória. - Ao escutar ele dizer isso, não sabia se acreditava ou não, sorri e logo vi um senhor me guiar até a mesa da Grifinória, então tive certeza de que era real. (...)
Todos foram chamados e Bernardo também havia ido para a Grifinória, pelo menos já conhecia alguém , e ele me parecia legal. Foi servido a nós um grandioso jantar. Quando acabamos com o mesmo, cada monitor de casa nos guiou para os aposentos das mesmas.


O clima/tempo está 'Frio ', estou vestindo isso e escutando Nada u.u.
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Re: Saguão de Entrada

Mensagem por Convidado em Dom Jun 17, 2012 3:37 pm

Exitada. Eu estava me sentindo assim no dia 1º de setembro. Quero dizer eu estava muito anciosa e assim que vi a platafrma, ja fiquei extasiada. Ta certo que eu sepre conheci mágia, mas é sempre uma surpresa. Eu fui uma das ultimas a sair do Expresso. Vi um homem grando nos mandando para os barcos. "Certo Kimi. Vai dar tudo certo. Você vai ver." Chegamos no Saguão de Entrada. Era deslumbrante. o teto era muito, muito alto mesmo.
Grandes portas de carvalho voltadas para o oeste levam ao Saguão de Entrada. Uma larga escadaria de mármore ficava em frente às portas. Uma severa professora apareceu e começu o seu discurço de inicio de ano:
- Bem-vinds a Hogwarts. O banquetede abertura do ano letivo vai começar daqui a pouco, mas antes de se sentarem às mesas, vocês serão selecionados por casas. A Seleção é uma cerimônia muito importante porque, enquanto estiverem aqui, sua casa será uma espécie de familia em Hogwarts. Vocês assistirão a aulas com o restante dos alunos de sua casa, dormirão no dormitório da casa e passarão o tempo livre na sala comunal. As casas são Grifinória, Lufa-Lufa, Corvinal e Sonserina. Aguardem aqui.
Estava tranquila. Sabia para que casa eu iria. Minha familia definitivamente é Grifinória. Tanto que minha mãe se casou com um nascido trouxa. Meu pai estudou na escola de magia japonesa, eles se conheceram em uma viajem e... Estou desviando do assunto. O que importa é que a casa do meu pai lá no Japão era equivalente e nossa Grifinória e minha familia diz que eu sou uma "Griffyndor" nata. Dizem que eu tenho um "coração indômito e ousadia, sangue-frio e nobreza." Eu nem reparei quando a Prof. chegou e nos guiou até o Grande Salão. Não liguei muito para os outros só quando chamaram o meu nome eu me liguei. Andei decidita até o banquinho com um leve sorriso no rosto. Todos me olhavam com espanto. Aparentemente isso não é comum.
Hum... vejo uma Morgan... Faz tempo desde que eu selecionei uma Morgan.
"Eu sou imcomum." - Respondi para o chapéu mentalmente e dei um sorrisinho maroto.
Vejo que sim. Bom você é realmente incomum. Ironia e sarcasmo não são qualidades muito grifinórias. Alem disso, sua gana de aprender é muito considerada na Corvinal. Vejo Lealdade. Sim, sim. Voce é qualificada para todas as casas.
"Dane-se. Você sabe que eu pertenço a Geifinória. Esta no meu sangue." - Falei fingindo estar irritada mas com um sorriso no rosto. Mas logo franzi um pouquinho o cenho. Meu cabelo estava quase saindo de controle. Podia sentia as mechas negras ficando mais claras. " Você poderia se me colocar na minha casa real que eu sei que é a Grifinória? Eu não quero demonstar o meu dom tão cedo."
Sim, eu vejo isso, quando me desafia. Acho que ja ficamos muito aqui. GRIFINÓRIA!
Eu sorri, tirei o chapéu e andei fimemente para encontrar minha nova familia. Fui recebida com uma grande ovação e me sentei ao lado de uma garota bonita.
-Eu sou Kimi.
- Prazer. Lizzie. - Apertamos as mãos e começamos a conversar. Acho que esta vai ser uma grande amizade.

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Re: Saguão de Entrada

Mensagem por Convidado em Seg Jun 18, 2012 7:26 pm

Chegada a Hogwarts...


Sabe quando dá aquela vontade de ficar deitada na cama o dia o todo e depois sei lá...morrer?Pois é essa era eu. Tudo bem que era o primeiro dia de aula em Hogwarts e tal mas toda a minha vontade de fazer qualquer coisa tinha ido embora no jantar de ontem a noite quando eu recebi uma ligação da minha mãe dizendo que infelizmente não iria poder me acompanhar até a plataforma nove e meia porque sua viagem a negócios tinha sido prolongada.Revirei-me na cama tentando recuperar o sono,e eu ia conseguir se não fossem umas irritantes batidinhas na porta.
-Vai embora- Gemi sonolenta. Pelo jeito seja lá quem estivesse batendo na porta não foi embora,pelo contrario,entrou no quarto e passou a mão nos meus cabelos.
-Vamos prima,acorde
Eu não precisava de mais nada para saber que aquela voz pertencia a Leonard,meu primo.
-Não,eu vou ficar aqui e morrer-Falei enfiando a cara no travesseiro.Leonard parecia achar graça.
-Olhe ficar ai morta não vai fazer a tia Rea voltar da Romênia.-Disse ele carinhosamente- Vamos,eu levo até a plataforma.
Gemi mas tive que concordar,afinal ele tinha razão ficar ali deitada sentindo pena de mim mesma não ia adiantar de nada.Joguei a cobertas para o lado e comecei a me arrastar em direção ao banheiro afim de tomar um banho rápido e me arrumar.Enquanto tomava banho tentei não pensar na minha mãe nem em nada com relação a ela,aquilo iria apenas me causar mais raiva e eu realmente não queria que meu primeiro dia de aula fosse marcado dessa forma.
Quando sei do banheiro me deparei com minha gata preta vira-lata arranhando o pé da minha banca.
-Shiu,sai daí Yuno- A gata se deu um miado e saiu,de rabo pra cima,para deitar na cama.
Abri a porta do armário e vasculhei um bocado pelas poucas roupas que ainda restavam,o resto tinha sido posta no malão,o meu vestido azul favorito e sapatilhas.Passei maquiagem e penteei os cabelos, e desci para tomar café.
Durante o café Leonard tentava fazer piadas e trocadilhos ridículos para me distrair,e ele conseguiu.Em algum tempo eu já não estava pensando na mamãe.(...)
Havíamos acabado de chegar na estação de trem.Lá estava lotada de trouxas vestidos de terno andando de um lado para o outro tentando pegar seus trens a tempo.
-Chegamos-Disse Leonard,mas ele só poderia estar enganado pois estávamos entre as plataformas 9 e 10,ta eu sabia que a plataforma era nove e meia mas aquilo não fazia sentido.Leonard notou minha confusão e sorriu.
-Corra na direção daquelas pilastras e você vai chegar na plataforma.
-Cê ta me zoando, né?-Perguntei encarando meu primo lindo.
-Apenas confie em mim.- Ta bem,quando seu primo lindo e gostoso pelo qual você tem um queda fica sorrindo e dizendo “confie em mim” era meio difícil dizer não.Peguei meu carrinho e corri a toda velocidade na direção da pilastra esperando pela colisão,mas ela não aconteceu.Em vez de bater com toda na parede de tijolos eu acabei numa espécie de “continuação” da plataforma.
Haviam no mínimo centenas de bruxos conversando com seus parentes ou amigos,alunos embarcando,corujas piando,gatos miando...e Yuno logo juntou-se a eles.
-É aqui que eu te deixo,prima- Eu esperei que Leonard desse um sorriso lindo e fosse embora mas em vez disso ele me puxou para um forte abraço.
-Hogwarts é sua nova família,mas lembre-se:Como a família anterior,esta também vai ter gente tentando te derrubar e você vai ter que ser forte.
Eu corei.Não sabia se estava mais embriagada com o cheiro ou com a voz de Leonard.
-C-certo – Murmurei.
O trem apitou avisando que logo estaria em movimento,então sem mais delongas me separei de Leonard e arrastei meu malão até o trem.Comecei a procurar um vagão,mas a maioria estava cheia ou tinham grupinhos lançando olhares venenosos para quem fosse entrar no mesmo compartimento que eles.
Andei até um dos últimos vagões e então finalmente vi um que tinha apenas um garoto,um garoto muito lindo só pra registrar.
-Posso?-Apontei para o banco de frente ao dele.
-Ah,sim,claro-Falou num tom meio distraído.Coloquei o malão no bagageiro e me sentei no banco.Nós dois ficamos em silêncio e permaneceríamos assim se eu me sentisse tão desconfortável.
-Sou Akira Emingway- Dei um sorriso meio sem vontade.
-Joshua Ravenclaw – Franzi a testa por alguns segundos,eu conhecia esse nome de algum lugar mas de onde?Isso eu me lembraria depois. Joshua apertou minha mão e então nós começamos a conversar sobre pequenas banalidades da nossa vida até o trem chegar aos portões de Hogwarts.
Mordi o lábio num gesto nervoso. Finalmente aquilo tinha chegado,e agora não tem mais volta.Sai do trem junto com o mar de gente e me juntei com os calouros do primeiro ano.Logo veio um home, enorme,tipo de quase dois metros de altura, ele se apresentou como Rúbeo Hagrid,o guarda-caça da escola.Ele nos conduziu até as margens de um lago cheia de barquinhos.Engoli em seco,eu nunca me dei muito bem com barcos e tal mas entrei junto com outras pessoas que eu não me dei nem ao trabalho de saber quem eram,estava concentrada de mais em não vomitar.
Chegamos as margens do lago o grupo foi conduzido até uma espécie de saguão gigantesco.Hagrid foi substituído por uma professora,ela disse o nome mas eu não escutei,estava nervosa de mais.A mulher abriu as enormes portas do salão principal.Aquilo era meio sureal:Quatro grandes mesas cada qual com dezenas de alunos veteranos conversando e blá blá blá.Se eu não estivesse tão nervosa teria olhado melhor a decoração maravilhosa e o teto,que mais parecia mostrar o céu lá fora.
Mais a frente havia uma enorme mesa com vários adultos conversando e no meio deles,sentada numa cadeira dourada,uma jovem muito bonita se apresentou como diretora.A frente deles havia um banquinho com um chapel todo remendado.Eu sabia o que ele era,minha mãe já havia me falado que ele realizava toda a cerimônia de selação.A professora que havia nos acompanhado pegou um pergaminho e começou a chamar os nomes dos alunos.
-Akira Scarlet Emingway
Respirei fundo e me dirigi até o banquinho e coloquei o chapel,imediatamente me senti idiota.
Ora,ora vejamos minha jovem”Murmurou a voz do chapél dentro da minha cabeça “Ganância...sim,sim orgulho,vontade de querer se superar...hmm você se daria bem na Sonserina...mas algo me diz que você deve ir para a CORVINAL
Suspirando de alívio,coloquei o chapel no banco e correu para a segunda mesa que estava sob a bandeira de uma bela águia.Ao longe avistei Joshua mas resolvi não falar com ele.Sentei-me entre alguns alunos não muito mais velhos que eu e começamos a conversar.A seleção terminou e um monitor levou todos os alunos da corvinal para a sala comunal.Eu já não pensava em minha mãe,pois agora me sentia plenamente feliz e aliviada.
t

Fulano falou com pessoas, a respeito de coisas. Ele está vestido [URL=LINK AQUI]assim[/URL] e está escutando "Segredos" do Frejat.

Thanks, Dricca - Terra de Ninguém e Aglomerado

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Re: Saguão de Entrada

Mensagem por Convidado em Qua Jun 20, 2012 4:56 pm

*Marianne tinha acabado de acordar, e sua mãe ja a chamava para o pequeno almoço e hoje era o dia que ia para Hogwarts, entao ela se apressou e desceu as escadas onde estava sua mãe:

-Já vou, mãe..- disse ela..

Ela se sentou á mesa e tomou o pekeno almoço com sua mãe. Logo depois, ela pegou sua mochila e foi com a sua mãe até a Estação de King's Cross, aí a sua mãe lhe deu um beijo na face e falou:

-Boa sorte , filha.

*

*Ela passou a plataforma nove e tres quartos, e entrou no comboio que seguia para Hogwarts.

Chegada a Hogwarts:

*Depois que o comboio parou, ela saiu dele e pegou sua mochila, ao chegar ao castelo, ela subiu a escadaria, e chegou no Salão Principal, onde já estava lá a professora com o chapéu seletor , que falou:

-Marianne Watson.

*Ela foi até á professora que colocou o chapeu seletor na sua cabeça que logo falou:

-Grifinória!

*Marianne se sentou na sua mesa, feliz e aliviada.

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Re: Saguão de Entrada

Mensagem por Convidado em Seg Mar 11, 2013 8:22 am

- MeOther CharactersMy ThoughtsNarration -




The Start Of a Journey

After making the first year and thousands of times in thousands of different RPG's, there I go again getting the hell to write lessons that teachers are even more illiterate students who make their classes... And I think that this mania beginner wanting to appear "the immortal" was over, sweet illusion.------post 01



Após anos de preparação, ali estava a filha prodígio dos Winchester. Os que admiravam aquela pequena garota de cabelos loiros e olhos azuis jamais imaginariam todo o esforço que havia feito para chegar até ali, havia dado o seu sangue para ser a pessoa certa, no lugar certo e na hora certa. Não fazia ideia de qual casa a escolheria como membro, mas sua família possuía um histórico bastante eclético que envolvia irmãos em todas as casas, inclusive daquela que aprendera a repudiar. Todos os irmãos haviam seguido rumos diferentes, mas um sempre seria a ovelha negra da família e mesmo que desaprovasse seu comportamento sabia que sua irmã não se arrependera de suas escolhas. Desde que se viu fluente com as palavras estudou toda a teoria sobre Hogwarts, disciplinas, atividades extracurriculares, distrações em horas vagas, sistema avaliativo e história recorrente. O grande dia havia chegado, estava deliberadamente ansiosa para descobrir a qual fundador seria fiel e quais características que lhe seriam dominantes para isso. Certificara-se ao longo de suas décadas que estava pronta para lutar com garras e dentes por qualquer uma das casas que fosse destinada, só não estaria emocionalmente preparada se fosse escolhida para fazer parte da casa de Salazar Sonserina. Estava certa de que era livre de preconceitos e preceitos antiéticos taxativos, mas jamais se perdoaria se em seu âmago houvesse cultivado objetivos egocentristas, jamais fora assim. Seus irmãos a haviam ensinado voar aos nove anos, estava certa de que talvez fosse mais experiente em horas de voo que seus novos colegas, lhe fora prometido pelo pai uma firebolt caso fosse de grifinória e uma fênix por sua mãe caso fosse de corvinal, ambos haviam apostado secretamente suas recompensas. Odiava o fato de não poder aparatar, seus irmãos já estavam em anos escolares mais avançados e agradecia mentalmente por menores serem proibidos de usar magia fora dos terrenos da escola. A Rede de Flú era um meio de transporte evitado por seus pais, aderiam à praticidade dos segundos que uma aparatação levava e o consideravam o meio de transporte mais seguro, era certamente privado de falhas. Via Londres como uma New York mais culta, polida e organizada, admirava os ingleses por sua forma culturalmente milenar de se portar em absolutamente todos os lugares, mas o agito e o calor da população de New York era contagiante, os americanos eram incomparáveis e via isso claramente estampado em seus tios ingleses. Por tradição os pertences eram mantidos na casa do irmão mais velho do patriarca residente em Londres, era uma transação que facilitava a locomoção da família vinda do Kansas. Não entendia o desespero que seus tios mantinham em manter as aparências e as tradições inglesas, concluiu que de maneira alguma conseguiria se adaptar a uma vida tão cheia de superficialidade. Possuía dois primos sonserinos e o egoísmo esbanjado e evidente em ambos lhe trazia vivas lembranças de sua irmã mais velha, sentia falta de seus ensinamentos. Graças ao veloz motor da SUV Cobra GLK Class de seu tio chegaram quinze minutos adiantados a Kings Cross Station, poderiam descarregar as bagagens sem maiores problemas e atraso. Carregava sua coruja das neves de nome Pallas junto ao seu malão, estava tranquilamente posicionada em seu poleiro dentro gaiola e sua postura ereta poderia ser tranquilamente comparada com a postura corporal de qualquer inglês polido, até o pequeno filhote havia sido contaminado com costumes britânicos. Atravessou tranquilamente a passagem para a plataforma 9 ¾ dando de cara com o Expresso Hogwarts, nem eu seus mais vívidos sonhos poderia ter imaginado sua grandiosidade, era mais robusto do que sua mente poderia projetar. A plataforma estava forrada de alunos das mais variadas casas e anos, havia sido separada no vagão dos primeiroanistas juntos a outros que compartilhavam de sua mesma situação. Sua despedida havia sido algo intrigante, de alguma forma sentia que havia nascido preparada para aquela rotina, que Hogwarts havia sido fundada especialmente para que pudesse usufruir de seus benefícios por completo. Dividiu sua cabine com garotas que esbanjavam de todas as formas os privilégios da vida que levavam, mal sabendo que o valor de uma vida jamais se igualaria a qualquer valor monetário. Previa que seu dia não poderia ser pior, havia tido o azar de ser obrigada a olhar por sua janela todo o percurso até Hogwarts por ficar entediada com a conversa fútil em sua cabine, naqueles momentos sentia falta de K.I.T.T., era seu companheiro eletrônico inseparável. Suas vestes não levavam símbolo algum, mas sabia que provavelmente seus pais mandariam fazer uniformes novos assim que soubessem sua casa, estaria completamente de negro até a cerimônia de seleção começar. Desceu do trem acompanhando o guarda-caças que auxiliava os novos alunos a embarcarem nos barcos que se dirigiam as escadarias, parecia estar familiarizada com o processo, como se houvesse treinado para que cada movimento saísse friamente calculado. Ao desembarcar acompanhou o fluxo de alunos até o final das escadarias, a docente responsável pela seleção os esperava com seu pergaminho contendo as instruções necessárias que deveriam ser repassadas aos novatos, já estava indecisa em qual das mesas deveria sentar. Ao adentrar o salão principal juntamente com o restante contemplou as quatro grandes mesas contendo os alunos de casa sentados ao seu redor, avistou de prontidão sua prima Juno que acenara para ela da mesa da Lufa-Lufa, mas em nenhum momento se via identificada com a prima que residia na Espanha. Continuou buscando por sua família quando avistou da mesa da Corvinal seus primos da Alemanha, Klaus e Loranna, mas eles eram intelectuais demais para sua simplicidade, na mesa da Sonserina via Richard e Jack envolvendo cada um uma garota de aparência supérflua, não valeria a pena se misturar. Voltou-se para a Grifinória onde avistou Daryl seu primo Australiano que considerava praticamente como seu irmão, sentaria ao seu lado até que fosse designada para sua casa, até que ficasse por ali ou fosse obrigada a designar-se as suas opções anteriores, logo descartadas. A cerimônia se iniciou e a cada aluno convocado seu nervosismo aumentava, estava segurando a mão de seu primo quatro anos mais velho e sentia que seu mundo poderia desmoronar a qualquer momento.
-- Demetria Devonne Winchester
A docente havia lido seu nome no enorme pergaminho, olhava apavorada para o primo que lhe piscou antes de soltar sua mão.
-- Boa sorte pirralha.
Enquanto se encaminhava ao pequeno banco via a diretora em sua cadeira acompanhada do corpo docente que a olhava atentamente, esperava não ter traços sonserinos. Sentou-se e fechou seus olhos sentindo o chapéu ser colocado em sua cabeça, os abriu quando sentiu que ele daria uma sentença final.
-- Vejo que existem muitas caraminholas na sua cabeça Winchester... Acho que já fez sua escolha... GRIFINÓRIA!!!
Abriu um largo sorriso de satisfação e correu até o primo, sentando-se ao seu lado novamente, estava orgulhosa de si mesma. Lembrou-se da promessa de seus pais, escreveria somente uma palavra em sua carta, a palavra que iria transformar suas habilidades em glória eterna... Grifinória.

tagged: Demi, Daryl, Chapéu Seletor e mais milhares de NPC's wearing: click here notes: O chapéuzinho até que é simpático.

by accio boy @ ops! i did it again!

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Re: Saguão de Entrada

Mensagem por Convidado em Qui Mar 14, 2013 5:24 am


~Allexys Salem~



A Volta a Hogwarts


Era por volta de 9 da manhã quando Lory a acordou com pancadas suaves na porta, não era preciso muito para acordar a jovem que sempre tivera sono leve, o dia estava totalmente claro, o céu o mais límpido possível chagava a fazer os frágeis olhos azuis de All doerem devido a claridade... Ela levantou-se suavemente e mirou a si mesmo no espelho que cobria de ponta a ponta a parede ao lado da cama, deu um leve sorriso e partiu ao banheiro, após um banho relaxante desceu as escadas e encontrou sua tutora na cozinha, a mesma que não tinha o menor dom para culinária alimentava bem a jovem conjurando pratos sofisticados e saborosos, após o café as duas saíram de casa, Lory segurou a mão da jovem e aparatou diretamente em frente a Estação de King's Cross, eram aproximadamente 10:30 da manhã, logo, logo o portal que dava acesso ao expresso 9 3\4 iria se selar como todos os anos, All despediu-se de Lory e apressou-se em direção ao trem.

O Expresso para Hogwarts


Eram por volta de 11:30 da manhã, havia pouco tempo que o trem havia zarpado sentido Hogsmeade, por sorte All conseguira achar uma cabine Vazia no fim do trem, muitos alunos novos estavam começando este ano na escola, muito embora a diferença de idade fosse pouca A jovem os achavam totalmente imaturos e crianças demais, o que lhe arrancava a paciência, alguns calouros chegaram a tentar uma vaga na cabine da jovem mas foram expulsos pela mesma com sua língua ferina... Algum tempo depois uma senhora gorda passou empurrando o carrinho de guloseimas como de costume, Allexys comprou com ela alguns sapos de chocolate, Varinhas de alcaçuz e tortinhas de abobora para alimentar-se durante o restante da viajem que como e costume iria terminar apenas a noite... A viajem decorreu normalmente com tamanha calmaria que a jovem chegou a dormir...

O Desembarque


Quando All deu por si o trem já estava parado em Hogsmead, o mesmo também estava totalmente silencioso o que significava que a trupe de calouros e veteranos já havia desembarcado, ficou algum tempo tentando calcular quanto tempo se passara desde que o trem havia chego... Apesar de não ter muita pressa apertou um pouco o passo por ficar apreensiva se ainda havia carruagens para leva-la, não se preocupou muito com seu baú, pois sabia que a esta altura o mesmo já devida estar embaixo de sua cama no dormitório feminino da Sonserina, chegando ao embarque das carruagens avistou a ultima ainda ancorada, sentiu-se lisonjeada por saber que ainda sim havia sobrado uma para transporta-la, ao passar pelo testrálios acariciou o rosto do mesmo e subiu acomodando-se, a carruagem começou a mover-se, a noite estava agradável, e apesar de não ter lua não havia dificuldade para enxergar, o caminho até o castelo estava iluminado por tochas flutuantes, a brisa batia no rosto da jovem e levava o cheiro amadeirado de sua pele aos confins mais escuros, a viajem havia sido rápida demais para Allexys que estava perdida em pensamentos, apenas pode notar o fim da mesma quando uma leve algazarra chamou sua atenção para um Saguão bem iluminado, era nada menos que o Saguão de Hogwarts, normalmente deveria estar vazio uma vez que a participação da cerimônia de seleção era obrigatório a todos os alunos, mas como sempre havia sido sempre haviam aqueles que burlavam as regras...

Enfim Hogwarts


Havia adentrado no castelo e mesmo sabendo que estava atrasada preferiu ir às masmorras antes, pois como dormira a viajem inteira não teve tempo para se trocar... Chegando ao Dormitório feminino da Sonserina All trocou de roupa habilmente, havia escolhido mini saia com blusa branca manga 3\4, por cima de seus trajes habituais da sonserina seu sobretudo com detalhes cravejados em prateado e verde esmeralda, dirigiu-se então ao salão principal, a cerimônia já havia começado, para falar a verdade a jovem teve a impressão da mesma já estar quase no fim, mas sem muitas delongas tomou seu lugar a mesa junto aos alunos do 6º ano, Allexys era muito requisitada pelos alunos mais velhos, mesmo sendo ainda do 3º ano sua beleza era estonteante e curvas quase totalmente formadas chamavam a atenção dos mais velhos assim como seus dons excepcionalmente fortes para magia, voltou seu olhar ao trapo que outrora havia lhe colocado na sonserina, não tinha muita paciência para seleção de inicio do ano letivo sua atenção mudou rapidamente de foco para a taça dourada em sua frente cheia de suco de abobora... Estava realmente entediada até que os olhos dela haviam avistado ele...




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Re: Saguão de Entrada

Mensagem por Convidado em Sex Mar 15, 2013 10:54 pm

Início do dia
Acordei com minha mãe me chamando. Olhei pela janela e vi que o sol aparecia timidamente.Hoje era o tão esperado dia,de ir pra Hogwarts. Eu estava feliz,por dentro,mas estava.Vesti minha roupa e fui tomar meu café da manhã. Meu pai apareceu com Perséfone (minha coruja) e me deu bom dia!Ele estava colocando minhas coisas no carro, já que precisávamos ser discretos por causa dos trouxas iriamos de carro. Terminei meu café rapidamente. Então fomos para estação,que não ficava tão longe assim.

Estação
Quando chegamos fomos direto procurar a tal plataforma. Minha mãe nunca foi do estilo maternal ou mãe melhor amiga.Ela me abraçou e eu vi uma única lágrima cair de suas lindos olhos azuis, rapidamente ela voltou à sua postura de lady. Meu pai apenas deu um leve aceno e disse: - Cuide-se!
Tomei coragem e atravessei a parede em minha frente.


O Expresso
Quando entrei no trem,como sempre, procurei o lugar mais afastado. Me sentei e fiquei olhando a paisagem pela janela.Não demorou muito e o carrinho com os famosos feijõezinhos de todos os sabores.Como eu queria provar um! Eu não aguentei e acabei comprando de tudo um pouco.Quase passei mal com um feijãozinho com sabor de cera de ouvido! Posso parecer séria, mas quando o assunto é doce eu não consigo me controlar.Eu adormeci depois de alguns minutos,mas logo apareceram 2 meninas que estavam no vagão da frente para me acordar. Coloquei minhas vestes e então saí.

O início de uma nova vida Hogwarts!
Estava nervosa com a seleção de casas. Mas para minha sorte caí na sonserina,isso mesmo S-O-N-S-E-R-I-N-A!! Meus pais vão adorar saber disso. Depois da cerimônia fui para dar uma olhada no salão comunal e depois fui direto para o dormitório.Onde conheci Jade West. Depois de me arrumar novamente,deitei em minha cama e depois de alguns minutos eu caí em um sono profundo...


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Re: Saguão de Entrada

Mensagem por Convidado em Sab Mar 16, 2013 4:42 pm

Chegada a Hogwarts !

Acordei com leves batidas na porta. Foi então que me dei conta,hoje era o dia tão esperado. Hogwarts.
Vesti minha roupa e desci para tomar meu café da manhã com meus pais e minha irmã mais nova (Sophie). Após o café peguei minhas malas e então seguimos para a estação onde pegaria o expresso para Hogwarts. Quando chegamos fomos procurar a plataforma. Minha mãe chorou muito na despedida, afinal eu era sua filha caçula, nunca tinha ficado tanto tempo assim longe de casa. Nos abraçamos, e num último sussurro eu disse :

- Adeus!
Abracei minha irmã, meu pai e sem mais demoras entrei no expresso.

O expresso

Quando entrei no trem, procurei um lugar e me sentei o mais afastado possível das pessoas. Logo o tão famoso carrinho de guloseimas passou. Comprei alguns sapos de chocolate e alguns feijõezinhos com sabores diferenciados. O que posso dizer em minha defesa? Sou apaixonada por doces. Comprei a maior quantidade possível, para que desse para comer a viagem toda. Olhei para as pessoas dentro do trem, e vi o quanto entusiasmadas elas estavam, assim como eu. Logo depois virei para a janela admirando a paisagem e dormi quase a viagem toda. Algum tempo depois vieram me acordar. E então adentrei no castelo.

Hogwarts
Enfim as seleções das casas. Eu confesso que estava nervosa. Para ser franca muito nervosa. Uma onda de choque passava pelo meu corpo. Foi então que ouvi meu nome. Andei até o banquinho com a certeza de que iria para Corvinal. Mas para a minha surpresa caí na Grifinória. Grifinória a casa em que sempre quis entrar. Eu não podia acreditar. Tirei o chapéu e fui de encontro com minha nova família.
Grifinória !





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Re: Saguão de Entrada

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